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Olá! Sejam bem-vindos ao meu espaço. Aqui, posto minhas vivências relacionadas à educação. Sou Professora dos anos iniciais do Ensino Fundamental. Trabalho na Rede Pública e procuro contribuir de uma forma eficaz para o desenvolvimento dos meus alunos. Gosto muito de ler e escrever. Sou graduada em Pedagogia e Letras. Sou apaixonada pela Educação e procuro sempre melhorá-la a partir de meus próprios atos. Entrem, fiquem à vontade. Podem copiar o que quiser, contanto que deem os devidos créditos. Pois, uma coisa que não suporto é plágio. Crescemos mais quando compartilhamos as coisas boas que possuímos. Sou apaixonada pelo que faço, por isso sou FELIZ! "A educação não é a preparação para a vida, é a própria vida." (John Dewey)

domingo, 29 de setembro de 2013

Resenha Crítica do Filme: Central do Brasil. Resenhado Originalmente por Shamara Paz



Central do Brasil

O filme Central do Brasil foi produzido e lançado no Brasil no ano de 1998. O Diretor Geral foi Walter Sales. Com o gênero drama, o filme tem duração de 1 hora e 50 minutos.
Tudo acontece em uma estação de trem, a “Central do Brasil”, localizada no Rio de Janeiro. Dora, personagem de Fernanda Montenegro, trabalha todos os dias na estação “produzindo” cartas para pessoas analfabetas. Durante o dia muitas pessoas a procuram para realizar essa função. Essas pessoas tentam se comunicar com parentes, amigos ou namorados, moradores de vários lugares.
O interessante é que essas pessoas não sabem ler ou escrever, porém produzem textos, ou seja, elaboram um texto, com início, meio e fim. São capazes de usar o pensamento de maneira coerente para se comunicar com as outras pessoas. No entanto, não sabem ler e escrever. Para isso procuram a ajuda de Dora.
Uma das clientes de Dora chamava-se Ana Fontenele. Ela morava com o seu filho Josué no Rio de Janeiro e queria se comunicar com Jesus, seu ex-marido que morava em Bom Jesus do Norte. Ela queria que o menino conhecesse o pai.
Sempre que chegava em casa exausta, Dora sentava com a sua vizinha Irene, lia as cartas e jogava fora. No entanto, Irene não permitiu que a carta de Ana fosse rasgada.
Sendo assim, Dora volta à estação para mais um dia de trabalho. Ana volta a procurar Dora, pedindo que rasgue a 1ª carta que fez para Jesus e decide escrever outra, dizendo que ainda ama Jesus. Quando a mulher vai embora, acontece um atropelamento levando-a à morte. Com isso, Josué fica sozinho na estação. Dora decide levar o menino para a sua casa. No entanto, ela o vende para uma instituição de doação. Dias depois, arrependida, volta para buscar o menino.
Josué tinha um grande sonho de encontrar o pai. Dora, não queria deixar o menino viajar sozinho. Até tentou, mas não conseguiu. Da mesma forma Josué, queria que ela o acompanhasse. Algumas vezes eles não demonstravam, mas estava crescendo uma grande afetividade entre os dois.
Sendo assim, eles seguem viagem. Chegam a Bom Jesus e procuraram o endereço que Ana havia pedido para colocar na carta.  Ao chegar na casa, descobriram que Jesus não morava mais lá. O novo morador dá o endereço de outra casa, mas ao chegar lá também não encontraram Jesus.
Dora e Josué já estavam perdendo as esperanças, sem dinheiro e com fome. Foi quando Josué começou a gritar para as pessoas que passavam que Dora era “Escrevedora de Carta”. Foi quando, muitas pessoas se aproximaram. Neste momento do filme, percebemos o quanto a realidade do analfabetismo está presente, tanto nas grandes cidades (Rio de Janeiro) quanto nas pequenas cidades.  Com isso, a esperança ressurgiu para as pessoas analfabetas de Bom Jesus do Norte. Elas tiveram a oportunidade de se comunicarem com parentes distantes. Por outro lado, Dora e Josué conseguiram dinheiro para se alimentarem e ainda tiraram uma foto com Pe. Cícero.
Eles já estavam se preparando para voltarem ao Rio de Janeiro, quando aparece um filho de Jesus, o Isaías. Este os levou para a sua casa e apresentou-lhes o seu irmão, Moisés. Os irmãos contaram toda a história de Jesus. Disseram que ele foi embora e também escreveu uma carta para Ana, por meio de um “escrevedor de cartas”. Dora leu a carta para todos. No meio da noite, Dora decidiu ir embora e deixar Josué com os seus irmãos. No ônibus, ela faz uso novamente de uma carta. Escreve para Josué se despedindo e pedindo para que ele nunca a esqueça. Diz para ele que acredita que o seu pai irá voltar. Ela fica emocionada, pois o seu pai também a deixou quando era criança.
O filme “Central do Brasil” nos faz refletir sobre esta triste realidade que ainda existe em nossa sociedade, o analfabetismo. Percebemos que no filme as pessoas eram analfabetas, mas conseguiam ter um raciocínio lógico e produziam suas cartas. Por outro lado, sabemos que existem pessoas que sabem ler e que não fazem de um modo correto. Pois, leem sem interpretar, não criam textos com as suas próprias palavras. São apenas reprodutoras de algo pronto. É importante refletirmos e procurarmos melhorar no que diz respeito à alfabetização e letramento. Principalmente nós, professores em formação, para atuarmos como agentes sociais capazes de transformar a vida de nossos alunos.

Resenha crítica produzida pela acadêmica Shamara Paz, solicitado pela docente Veralúcia Andrade da FACOL, Faculdade Escritor Osman da Costa Lins.


14 comentários:

  1. legal, exelente falou tudo

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  2. excelente resenha, parabéns, me ajudou a ter uma base para escrever a minha resenha para faculdade.

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  3. Muito Bom falou tudo, Agora tenho a minha cola pro meu trabalho

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    1. Não esqueça das referências, afinal, plágio é crime! ;)

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  4. tenho uma base pra fazer minha resenha

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  5. parabéns vc falou o que era necessário.
    me ajudou.

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  6. ajudou bastante,gostei muito desse site!!

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  7. deixe a opçao para levar ao word, copiar e colar

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  8. Hermosa y completa reseña. Muchas gracias por compartir.

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  9. Hermosa y completa reseña. Muchas gracias por compartir.

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  10. Muito boa resenha mim deu bons nortes

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